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TEMPOS DE CÓLERA

A Humanidade é uma revolta de escravos (Alberto Caeiro, Poemas)

DANTE ALIGHIERI

24.05.23 | Manuel | comentar
 NOS OLHOS TRAZ O AMOR A MINHA DAMA Nos olhos traz o Amor a minha dama e tudo o que ela olha se enobrece. Todos se voltam para vê-la – e aquece os corações, do seu aceno, a chama. Baixando os olhos, cada qual proclama suas culpas num (...)

Sebastião da Gama

12.04.23 | Manuel | comentar
Pelo sonho é que vamos Pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos. Chegamos? Não chegamos? Haja ou não haja frutos, pelo sonho é que vamos. Basta a fé no que temos. Basta a esperança naquilo que talvez não teremos. Basta que a alma demos, (...)

Cesário Verde

25.02.23 | Manuel | comentar
Ecos do Realismo – Proh Pudor Todas as noites ela me cingia Nos braços, com brandura gasalhosa; Todas as noites eu adormecia, Sentindo-a desleixada a langorosa. Todas as noites uma fantasia Lhe emanava da fronte imaginosa; Todas as noites (...)

Rosalía de Castro

23.02.23 | Manuel | comentar
Probe Galicia, non debes chamarte nunca española Qu'España de ti s'olvida cando eres ¡ai! tan hermosa. O primeiro poema que Rosalía publicou em galego saiu à luz em 1861. O mesmo parte da quadra popular: “Adeus, rios; adeus fontes; (...)